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ARTERIAL MUSIC LANÇA CDS E DVD DO PERCUSSIONISTA SIRI O selo Arterial Music lançará os quatro títulos do percussionista, arranjador e produtor carioca Siri. O primeiro deles, Ultrasom, chegará este mês às lojas em todo o país. Na seqüência estão Siri, o primeiro CD do artista, e o CD e DVD Concerto para Conserto, gravado ao vivo. Gravado em exatos nove meses, o CD Ultrasom é o mais recente trabalho de Siri, e dá continuidade ao seu caminho de experimentações. Inspirado pela pulsação do ventre materno, o disco é uma viagem de sons, imagens e texturas registrados nas sessões da ultrassonografia de sua filha. Além dos arranjos inusitados, que misturam Siri também assina a produção musical do CD, que conta ainda com a participação de Lenine. |
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"CERTA MANHÃ ACORDEI DE SONHOS INTRANQUILOS" GANHA DESTAQUE NO JORNAL O GLOBO
O lançamento “Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranquilos”, de Otto, foi apontado pelos críticos de música do jornal O Globo como um dos melhores discos de 2009. A seleção foi publicada na capa do Segundo Caderno, do dia 31 de dezembro. Veja abaixo: ![]() |
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ARTERIAL LANÇA CONTEÚDO EXCLUSIVO DO OTTO NO MYSPACE A Arterial Music, novo selo da gravadora Rob Digital, apresenta a página do cantor pernambucano Otto na rede de relacionamento MySpace (www.myspace.com/ottobrasil). O novo espaço lançará com exclusividade a música “Crua” do aclamado disco “Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranquilos”, a partir do dia 30 de novembro. Acesse! |
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DJ DOLORES "Lançado em 2008 no exterior, 1 Real, de DJ Dolores, chega ao Brasil pelo selo Arterial Music. O álbum segue a trilha de costume do artista, na qual o mundo é pensado como uma grande feira nordestina - sonoridades diferentes, humor, filosofia popular e pop caótico no ar. Desta vez, Jamaica, trance e surf music conversam com forró e cantadores do sertão. Divertido e sagaz como tudo o que sai de suas mãos.", Leonardo Lichote, Jornal O Globo (08/09/2009) "Lançado no ano passado na Europa e nos EUA, 1 Real, do DJ Dolores, desembarca finalmente aqui, já valorizado pelo troféu de Melhor Disco do Eletrônico, dado pelo Prêmio da Música Brasileira 2009. Projetado na cena mangue bit, Dolores linka eletrônica com afrobeat, surf music, reggae/banghra, além de miscigenadas imersões no universo nordestino... Pitacos de humor e desconexão estética ainda assaltam Mutant Child, trilha de imaginária aventura de Wolverine na Sergipe natal do solista. Eletrônica à prova do clichê setorial."Tárik de Souza, Jornal do Brasil (03/07/2009) "Em seu terceiro CD, DJ Dolores, pseudônimo de Helder Aragão, traz um caldeirão sonoro, repleto de referências que vão do regionalismo ao drum´n´bass, passando por Jean Paul Sartre e vendedores de rua. O resultado é bem eclético e dançante, como a animada Cala Cala e a divertida J.P.S.", Lionel Mota, Jornal Extra (06/07/2009) |
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OTTO "Transformação continua sendo a palavra-chave de Otto. Ele amadureceu, viajou e leu bastante. Foi exposto à novas influências e tornou sua rede mais ampla. Tanto que a música eletrônica agora é apenas um dos ingredientes de seu abrangente repertório.", Larry Rohtter, New York Times "No camarim de um metro por dois, Otto conversa levantando-se a todo tempo, agitado como um animal numa jaula pequena demais para ele... As ideias, muitas (sobre o mundo contemporâneo, o sofrimento da vida, o amor, a carreira, a música brasileira, a morte, o brega, Kafka, o Brasil), saem confusas, dispersas. Enjauladas no CD Certa Manhã Acorde de Sonhos Intranquilos (Arterial Music/RobDigital), porém, elas soam coesas e poderosas. O quarto disco do artista, lançando primeiro nos Estados Unidos, em setembro, chega agora por aqui se impondo como um dos melhores dos ano, com a luz de seu frescor criativo e a escuridão da dor que as canções destilam...", Leonardo Lichote em entrevista com artista publicada no Jornal O Globo (01/12/2009) "Ele ressurge revigorado, ilustrando a idéia romântica de que momentos de crise geram belas obras de arte Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranquilos é, de longe, o melhor e mais vigoroso disco de Otto. ... Otto finalmente se acertou com sua real turma. O novo disco é mais um fruto da já gloriosa safra 2009, ano excepcional para música brasileira.", Bruno Yutaka Saito, Folha de São Paulo (23/11/2009) "O quarto álbum de composições inéditas traz o artista pernambucano mais amadurecido. Separação é o tema tratado sem firulas em Seis Minutos e O Leite, em que Otto divide os vocais com a cantora Céu. Algumas das faixas apenas sugerem um viés romântico-popular, por vezes flertando com o brega e a latinidade. Otto também faz sua homenagem explícita ao cancionerismo popular - e implícita a Jacob do Bandolim - com a regravação de Naquela Mesa.... o novo trabalho perpetua a tradição a sua maneira, colocando lado a lado percussão dos orixás e osciladores de frequência, sonhos intranquilos e leveza de levar a vida.", José Julio do Espírito Santo, Rolling Stone (Novembro 2009) "O título se justifica pelo fato de Otto fazer um som completamente autoral e diferente do que se encontra no mercado nacional. E muito disso se deve à escolha espontânea do compositor ao convencional. Geralmente, bandas brasileiras vão acrescentando elementos eletrônicos ao seu instrumental ao longo de suas carreiras, de forma crescente. No caso de Otto, ocorre justamente o inverso.... O resultado é um disco que consegue soar contemporâneo e moderno sem se esquecer da beleza do tradicional.", Lucas Nobile, Estado de São Paulo (27/11/2009) |
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STÉPHANE POMPOUGNAC "A princípio foi uma coisa muito despretensiosa. Eu já tocava no Hotal há dois anos quando resolvemos lançar um CD apenas para dar de presente aos clientes, que viviam pedindo para eu gravar as músicas para eles. Mas a coisa cresceu de proporção e chegamos a mais de quatro milhões cópias vendidas. Tem sido uma experiência e tanto", Stéphane Pompougnac em entrevista para a revista DJ Mag, sobre a criação da coletânea Hôtel Costes.
"Começei a ser DJ em 86. Netsa época, só havia disco, techno, soul ou rock. Quando cheguei ao Hôtel Costes, morri de medo: o restaurante pedia algo novo, diferente, nem tão calmo para não matar os clientes de tédio, nem tão agrssivo a ponto de impedi-los dde comer e conversar. Estou indo hoje para a 12° compilação, que vai ser lançada em setembro, e quatro milhões de discos vendidos.", Stéphane Pompougnac em entrevista para o jornalista Bruno Astuto, Coluna PG3, do jornal O Dia.
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SINÉAD O'CONNOR "Theology é um álbum com as mesmas músicas em versões distintas. O primeiro disco, gravdo em Dublin, traz Sinèad e o guitarrista Mark Gilmour num approach acústico, pungente e eficaz. Canções como If You Had a Vineyard ou Whomsoeve Dwells ficam melhores neste formato, equanto The Glory of Jah e Out Of The Depths soam mais interesantes no segundo volume, gravado com a banda completa, em Londres, trazendo a participação do baixista Robbie Shakespeare em The Rivers Of Babylon. Além do bom repertório autoral, Sinèad canta duas belas covers: We People Who Are Daker Than Blue, de Curtis Mayfield, e I Don´t Knoe How to Love Him, de Andrew Lloyd-Webber.", Carlos Eduardo Lima, Rolling Stone (Março/2009) "Este disco surgiu da forma mais espontânea possível. Ele não estava programado para ser duplo. Começei a gravar em Dublin, inicialmente como uma dema, com versões acústicas. Depois fui para Londres e gravei as mesmas canções com uma banda. Achei que era desperdício guardar um material tão bom e ddecidi que seria interessante disponibilizar tudo de uma vez.", Sinèad O´Connor em entrevista sobre o disco Theology para a revista Rolling Stone. (Maio/2005)
"Apesar de duplo, os dois CDs de Theology têm quase o mesmo repertório. As diferenças são que, no primeiro (Dublin Sessions), as músicas estão em formato acústico, quase minimalista; e, no segundo (London Session), as faixas ganham acompanhamento da banda e de recursos eletrônicos. Ambos merecem ser ouvidos, sobretudo pela sempre dramática e singular interpretação de Sinèad." Crítica publicada na revista GMagazine (Abril /2009)
"Theology é uma viagem bíblica, pessoal, musical, sensível e profundamente inspiradora. Um disco para lembrar que há um Deus de olho nos feridos, nos miseráveis, no cativos, nas vítimas. Um disco para celebrar esse Deus.", Phoenix Finard, Folha de Londrina (Marcço/2009)
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